
No Brasil o aborto é proibido, exceto em casos de violência sexual e hidrocefalia. Contudo, muitas mulheres recorrem a esse métodos abortivos, por muitas razões, que só dizem respeito a elas.
O remédio mais conhecido pelo seu efeito abortivo é o Cytotec. Lançado no Brasil em 1984 para prevenção e tratamento de úlceras gástricas e duodenais, o Cytotec tem como princípio ativo o misoprostol, um análogo-sintético da prostaglandina, que promove contrações uterinas. Por causa dessa ação, o remédio tornou-se o mais popular dos recursos abortivos utilizados no país, a tal ponto que o Ministério da Saúde, em 1998, baixou portaria restringindo a venda do produto somente para hospitais credenciados.
Portanto se você está grávida e deseja ter o seu filho não deve tomar esse remédio em hipótese alguma. Além do mais, caso o medicamento não venha a causar aborto ele poderá provocar má formação no feto, fazendo com que nasça com alguma deficiência.
Na teoria, mulheres grávidas não devem tomar remédio nenhum, a não ser com indicação médica. Isso porque é preciso pesar o risco-benefício: se a mulher tiver uma infecção grave, que pode provocar um parto prematuro precisará tomar antibiótico.
Caso uma inflamação esteja provocando dor, também precisará ser combatida, pois o quadro não faz bem para o nenê. No entanto, cada caso precisa ser avaliado pelo médico que acompanha a gravidez.
Para mais informações e orientação, visite o site Woman on Wave, ONG Holandesa de auxilia a mulheres.
